Auxílio-Acidente

Sofreu um acidente e continua trabalhando?

Milhares de trabalhadores não sabem que podem receber esse benefício vitalício mesmo continuando a trabalhar.

O INSS erra em negar benefícios, mesmo com a documentação.

Muita gente não sabe, mas certas situações dão direito a um benefício mesmo que você continue trabalhando. Entre elas:

Uso de Pinos, Placas ou Parafusos.

Muitos passam por acidentes e para correção, são submetidos a cirurgias para colocar placas, pinos ou parafusos, e isso com certeza afeta sua performance no trabalho.

Traumas na coluna.

Alguns acidentes são tão fortes que mesmo com ausência de placas ou parafusos, você sofre com dores, hernias e perda de mobilidade.

Redução da Audição ou Visão.

Embora esquecido por muitos, sabemos que pessoas com baixa audição ou visão não consegue exercer sua atividade na plenitude, sempre necessitando de auxílios extras.

Como é este direito?

Se você sofreu um acidente, ficou com alguma sequela, na coluna, braço, pernas, pescoço ou outra parte do corpo, colocou pinos e placas, ou teve uma doença ou até recebeu uma negativa do INSS, saiba que pode ter direitos que ainda não conhece e estar deixando dinheiro para trás.

Se na época do acidente, estava trabalhando, mesmo que apenas 1 mês, possui direito, explicamos melhor no material sobre a carência, caso queira saber mais clique aqui.

Em muitos desses casos, a lei garante benefícios do INSS, que podem ser pagos mensalmente ou, dependendo da situação, em parcela única.

Descubra quais direitos você pode ter e verifique se você tem valores a receber.

Pago mensalmente

Pagamento realizado todos os meses para quem ficou com sequelas ou desenvolveu uma doença que reduziu sua capacidade para o trabalho, seja na função que exercia ou em outra atividade.

Valores atrasados

Quantias que deveriam ter sido pagas pelo INSS, mas não foram. Em muitos casos, esses valores podem ser recebidos de uma só vez e alcançar um montante significativo.

Até aposentadoria

Embora esquecido por muitos, sabemos que pessoas com baixa audição ou visão não consegue exercer sua atividade na plenitude, sempre necessitando de auxílios extras.

Como reverter decisões do INSS?

Na Mingati Advogados, sabemos que muitos trabalhadores têm seus pedidos negados, mesmo quando possuem direito ao benefício.

Por isso, analisamos cada caso de forma individual, identificando falhas na decisão do INSS e adotando as medidas judiciais necessárias para buscar o reconhecimento dos seus direitos.

Com experiência em Direito Previdenciário e um atendimento próximo ao cliente, atuamos para transformar negativas injustas em benefícios concedidos, garantindo que você receba o que a lei assegura.

+ de 20 anos de experiência!

Nota 5,0 - avaliação no Google.

Janaina Pereira Silva Comentário do Google

Carol, me atendeu prontamente, esclareceu tudo com muito carinho e cuidado!

Renan Alves Vieira Comentário do Google

Excelente atendimento pela Carol, super recomendo.

Carla Aparecida Carvalho Santos Comentário do Google

Foi muito bom, agradecida.

Liliane Liberato Comentário do Google

Entrei em contato com o escritório de advocacia para alguns esclarecimentos, fui muito bem atendida pela Carol, e muito bem orientada, super recomendo.

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Pessoas atendidas

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Benefícios conquistados

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Clientes Satisfeitos

Perguntas mais frequentes!

 

 

O Auxílio-Acidente é um benefício indenizatório pago pelo INSS ao trabalhador que, após um acidente ou doença, fica com sequelas permanentes que reduzem sua capacidade para o trabalho. O benefício pode ser recebido mesmo que a pessoa continue trabalhando.

Tem direito o segurado do INSS que sofreu um acidente de qualquer natureza ou desenvolveu uma doença que deixou sequelas permanentes, reduzindo sua capacidade para exercer suas atividades profissionais.

Não. O Auxílio-Acidente pode ser concedido tanto para acidentes de trabalho quanto para acidentes ocorridos fora do ambiente de trabalho, desde que existam sequelas permanentes que reduzam a capacidade laboral.

Sim. O Auxílio-Acidente pode ser pago mesmo que o trabalhador continue exercendo sua profissão ou seja contratado em outro emprego, desde que permaneçam as sequelas que reduziram sua capacidade para o trabalho.

Sim. Muitos pedidos são negados administrativamente, mas isso não significa que o trabalhador não tenha direito. Dependendo do caso, é possível apresentar recurso ou ingressar com ação judicial para buscar o reconhecimento do benefício.

O benefício é pago mensalmente até a aposentadoria do segurado, desde que sejam mantidos os requisitos previstos na legislação.

O valor corresponde a 50% do salário de benefício que serviu de base para o cálculo do seu auxílio-doença. Esse valor é pago mensalmente pelo INSS e sofre reajustes anuais com base no salário mínimo e nos índices oficiais da Previdência Social.

 pedido é feito de forma digital pelo aplicativo ou site Meu INSS. Você deve acessar a plataforma, selecionar "Novo Pedido", digitar "Auxílio-Acidente" e anexar toda a documentação médica (laudos, exames, relatórios de alta). O INSS agendará uma perícia médica presencial para avaliar a existência e a gravidade da sequela. Mas, recomendamos fazer acompanhado de um especialista.

Sim, perfeitamente. A colocação de pinos, placas, parafusos ou hastes metálicas é uma das provas mais evidentes de que houve uma fratura grave que demandou correção cirúrgica. Se esses materiais causaram alguma limitação de movimento, perda de força ou dor crônica que dificulte as tarefas do seu dia a dia profissional, o direito ao benefício é configurado na perícia.

Sim. Acidentes que resultam em fraturas de vértebras, hérnias traumáticas ou limitação de mobilidade na coluna (cervical, torácica ou lombar) geram direito ao Auxílio-Acidente, desde que fique comprovado que o trabalhador perdeu parte da sua capacidade física para exercer a mesma função de antes (como carregar peso, ficar muito tempo sentado ou agachado).

Não há exigência de carência. Isso significa que não importa se você trabalhou apenas um dia ou um mês de carteira assinada antes do acidente; se você estava na condição de segurado (com contrato ativo ou no período de graça), você já está protegido e pode solicitar o benefício caso fique com sequelas.

Se o INSS negar o seu benefício alegando falta de sequela ou incapacidade, o caminho mais rápido e seguro não costuma ser o recurso administrativo dentro do próprio órgão, mas sim uma ação judicial. Na Justiça, você passa por uma nova perícia com um médico especialista na sua lesão (e não um clínico geral do INSS), o que aumenta drasticamente as chances de reversão e garante o recebimento dos valores atrasados desde a data do primeiro pedido.

Não aceite o "não do INSS!

Se você ficou com sequelas após um acidente, desenvolveu uma doença que reduziu sua capacidade para o trabalho ou teve seu benefício negado pelo INSS, pode ter direito a uma indenização mensal ou outros benefícios previdenciários. Na Mingati Advogados, analisamos cada caso com atenção e atuamos para buscar o reconhecimento dos seus direitos, seja na via administrativa ou judicial.